Chagas e Teixeira de Aguiar são os sobrenomes dos dois maridos de minha avó Josepha Maria de Jesus, sobrenomes estes que foram dados a primeira geração dos dois casamentos. Assim filhos e filhas do primeiro casamento com Belisário Francisco das Chagas receberam o sobrenome Chagas, enquanto os do segundo casamento com João Teixeira de Aguiar receberam seu sobrenome. Este blog também vai hospedar os registros relativos à bisavó Gabriéla Maria de Jesus e seus descendentes.
Presídio no Século 19
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sábado, 12 de setembro de 2009
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
Boa Sorte, Cantagalo
Seguindo o caminho de Euclidelândia encontramos o Distrito de Boa Sorte assentado em terras desmembradas daquela que foi Santa Rita do Rio Negro. Também cercada de montanhas e matas remanescentes, é supertranqüila. Alguns quilômetros adiante está a Fazenda da Bemposta, onde nasceu nossa bisavó Gabriéla. Mais à frente está o rio Paraíba do Sul, que separa o estados do Rio de Janeiro e Minas Gerais. Essa região de Boa Sorte, município de Cantagalo, guarda muita semelhança com a zona da Mata mineira. No ciclo do café, muitos mineiros que se retiraram das regiões de mineração vieram explorar o plantio e colheita do café nessas terras. Quando ali estive senti-me em casa. Abaixo vemos a principal igreja da cidade.
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
Paisagem de Euclidelândia, Cantagalo
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
Em defesa da Raça Brasileira - Daiane dos Santos
A pedido da Rede BBC Brasil, o geneticista Sérgio Danilo Pena, pesquisador da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) e do Laboratório Gene, realizou exames de DNA em nove brasileiros ditos famosos, todos afro-brasileiros, isto é, descendentes de africanos. Os resultados iniciais foram surpreendentes, pois mostraram ser muito mais complexa a mistura racial no Brasil, considerando origens europeias, indígenas e africanas.
Já em 2007 foram divulgados os resultados relativos à ginasta Daiane dos Santos. Com uma possível pequena margem de erro, eis o resultado: Sangue africano, 39,7%, sangue europeu, 40,8%, sangue indígena, 19,6%. O pesquisador alerta que não se pode dizer por esse resultado que a notável atleta seja mais européia e menos africana. Pessoalmente eu valorizo a força da mistura no que diz respeito ao resultado final, a combinação de diversos gens na extraordinária Daiane.
Outras pessoas famosas no Brasil se submeteram ao mesmo exame anteriormente. Novas surpresas.
A compreensão da formação racial dos brasileiros hoje está apoiada em bases científicas. Mesmo em se tratando da origem dos negros brasileiros, é possível detalhar de qual região e nação da Africa foram tirados, independentes de onde se encontram hoje seus descendentes.
Para maiores informações sobre o assunto, leiam a reportagem na qual me baseei e as informações sobre exames para pesquisas genealógicas:
http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL43530-5603,00.html
terça-feira, 8 de setembro de 2009
Paisagens de Cantagalo, terra de Gabriéla

Degrau de pedra lavrada por mão escrava. O trabalho nas fazendas exigia uma especialização, seja na lavoura ou nas construções. Muito do artesanato utilizado nas fazendas era feito pelos escravos. Assim o movimento dessas fazendas era constituído não só de lavradores, mas mestres de obras, pedreiros, sapateiros e outros artesãos.
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
terça-feira, 1 de setembro de 2009
A História Oculta do Continente Africano
A África fazia parte do continente da Lemúria, um local de grande cultura, verdade e beleza, no passado. A antiga Lemúria conheceu uma era de Liberdade e Iluminação, que é desconhecida da história atual. Foi uma civilização da era de ouro, com muitos avanços científicos e tecnológicos. Na África existiram também eras de ouro. A raça negra ali criada era chamada de a raça azul e violeta, pois sua pele possuia esses tons de uma forma sutil. Ela encarnou naquele continente com a missão de expressar na antiga civilização a mestria nas qualidades do poder, da fé e da vontade divina (raio azul), e as qualidades da justiça e da misericórdia divinas (raio violeta), sendo ainda hoje seu dharma, sua missão.
Houve um momento em que a humanidade passou a se desviar de seu verdadeiro caminho. A raça negra não fugiu à regra. Seres caídos passaram a encarnar no planeta, trouxeram a guerra e seus instrumentos. Suas artimanhas. As técnicas de dividir para conquistar foram difundidas por toda a Terra. O Homem tornou-se escravo de seus próprios sentimentos: ódio, supertição, luta pelo poder, luta entre irmãos, a falta de fraternidade, raiva e discórdia.
A raça negra recebeu um mestre que encarnou entre eles num dado momento. Ele veio trazer para os de sua raça o sentido da fraternidade e da união, e conduzi-los no caminho da ascensão. Seu nome, Afra. Viveu há 500 mil anos em uma antiga civilização que existiu no continente que recebeu o nome em sua homenagem - Africa.
É tarefa daqueles que são chamados de filhos da Luz promover a união entre as raças como foram criadas no princípio, acima de qualquer crença ou religião, pois o que distingue uma pessoa da outra é a qualidade do coração e a chama divina que expressa.
Fonte de estudos: Afra, O Mestre Ascenso patrocinador da Raça Negra. Compilação dos Ensinamentos de Elizabeth Clare Prophet, Summit Lighthouse do Brasil, 2005.
Site: www.summit.org.br .
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